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O ABRAÇO DO RODRIGO CAIO, NO DORIVAL JÚNIOR!

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Palavras convencem, exemplos arrastam. Em tempos de excessos nas muitas redes sociais e poucos, afetos pessoais, lemos muitos: “eu te amo”, “você é maravilhoso”, “minha companheira”, “meu ídolo”, "não é só culpa dele, jogamos por ele". Textões em depoimentos emocionados, carregados de palavras bonitas corrigidas pelo F7. Em tempos de assessores de imagem, imprensa, stylist, e do melhor ângulo para a foto e poses, falta, o improviso. Falta a emoção do inesperado, do real. Da foto descabelada, sem maquiagem. Falta a surpresa, o frio na barriga, a emoção que há em momentos como: O abraço do filho depois de um tempo longe de casa. O abraço do pai depois de um atalho tomado por engano. O abraço da esposa ou do marido depois de uma palavra dita em excesso, exagero. O abraço do mestre no aluno que falhou. O abraço do capitão no colega que perdeu o pênalti ou errou o passe que decidiu o jogo. No jogo do São Paulo contra o Linense, o Rodrigo Caio m

CAPÍTULO 41, O TÍTULO INÉDITO DA LIGA NACIONAL

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O que eu vivi neste dia no Centreventos foi épico, fantástico maravilhoso. Um misto de vários sentimentos, amor, paixão, felicidade, angústia, ansiedade, gratidão, alegria, fé... Estar ao lado Mateus é indescritível. Eu costumo pensar que a melhor foto é aquela registrada na nossa memória, arquivada pra sempre nosso coração. Eu dormi muito pouco na noite de sábado para domingo. Escrevi até 3 horas da madrugada. Quando fechei os olhos e pensei que iria descansar descobri que estava enganado. Acordei suando, assustado, sem saber o motivo. Chovia, seria o prenúncio das lágrimas? Lágrimas de tristeza, ou felicidade? Ou seria apenas o céu irrigando meu sonho, assim como a água irriga e faz germinar a vida? Pedi a chuva que respondesse, em vão, ela não respondeu. Passei no quarto do Mateus, beijei sua cabeça, ajeitei o cobertor e fui para o meu quarto. Quando o celular me chamou eram 7h45. Pulei! Estava começando o  dia mais importante da temporada para alguns amigos, pessoa

JEC/KRONA FUTSAL, PRA FAZER HISTÓRIA!

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Quando os jogadores de Joinville e Assoeva pisarem a quadra do Centreventos no domingo, 3 de dezembro de 2017, terão a oportunidade de sagrarem-se campeões, e escrever na história de suas existências um feito que poucos, muitos poucos, escreveram.  Sob o título de Campeão, descreverão seus passos, os sacrifícios, e o prazer da conquista. Somente alguns homens e mulheres têm a chance de marcar sua trajetória com um grande feito. Algo que lhes satisfaça, que lhes traga reconhecimento e que proporcione também satisfação a outros tantos. E destes tantos, uma dezena de amigos, uma centena de familiares e um número imensurável de estranhos que serão unidos por um sentimento, alegria. O torcedor joinvilense cobra temporada a temporada, desde 2007 na primeira final, o título da Liga Nacional. Assim como outros torcedores, os tricolores exigem de seus jogadores o título que falta, muitas vezes injustamente, deixando de reconhecer conquistas importantes. O JEC/Krona é Bicampeão

MARCOS & MATEUS!!!

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Impressionante como eu me vejo em você! Quando eu era criança, meu espelho era meu pai. Eu me vestia de uma forma semelhante a ele. Raramente usava calça de agasalho, sempre preferi as calças jeans, camiseta branca, por dentro da calça, cintos, e jamais saia de casa sem tomar banho.

MATEUS, CRIANÇA, MATEUS!

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Criança! Sorriso que faz sorrir. Inocência que encanta, comove, desarma, acalma. Amor, beijo, carinho, abraço que ama e faz amar, criança... Criança! Sonho que faz sonhar. Ternura que apaixona, fascina, conquista, acalenta. Olhar, toque, colo, cafuné que acaricia e deixa acariciar, criança... Criança! Que marca o gol entre traves de pedra. Que canta com microfone de graveto. Que pilota volante de lata. Que faz do futebol de botão, a decisão mundial de interclubes. Criança! Que brinca, brinca, brinca, passeando despreocupada sobre a linha que o fará adulto sem imaginar, que bom será, criança ficar...

ONZE ANOS

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Parabéns Mateus! Faz onze anos, e literalmente, parece que foi ontem, ou melhor, parece que será daqui a 15 horas... Precisamente às 16h55 da tarde nublada de 17 de agosto de 2006. O bebê colocado na incubadora, com as pernas abertas como um relógio cujos ponteiros marcavam 3h45... E eu ali, parado, sem ter a mínima ideia do que fazer, talvez ainda hoje não tenha.  Só tenho a certeza de que, cada minuto valeu a pena, he he... Ooooooh se valeu. As primeiras palavras... O primeiro autodiagnóstico “mamãe meu olho tá ixtagaduuuu”.  Os primeiros passos cambaleando, ou deitado com um gato no encosto do sofá. As primeiras gracinhas... - Ele é um menino bonitinho do vovô? - Não! Eu é um boi. Um boi babo! Seus beijos cara. Seus abraços. Você ainda não sabe, mas o teu abraço me fez um homem melhor. O filho amoroso, o estudante dedicado. O jogador concentrado, ansioso. O cartoleiro ousado. O desenhista detalhista. Meu filho, meu amor, onze anos! Onze a

JOINVILLE ESPORTE CLUBE | 1976 | NASCEU CAMPEÃO

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De pé: Almir, Adilson, Rocha, Leandro, Júnior e Rodolfo Agachados: Geraldo Pereira, Nardela, Claudio José, Moreno e Paulo Egídio Quando eu nasci o JEC tinha dois meses de fundação. É impressionante como nestes 41 anos a nossa história se confunde. Entre alegrias e tristezas, mudanças, títulos, acessos, rebaixamentos, ficou sempre a paixão guardada no coração....